EssênciaRH

Sobre

Mais de 20 anos de RH estratégico, dedicada a transformar líderes técnicos em arquitetos de equipes.

Débora Weis é mentora de lideranças técnicas e fundadora da Essência Recursos Humanos. São mais de 20 anos de RH estratégico, com atuação como HRBP em Itaú Unibanco, Unilever e TOTVS. Hoje trabalha com um público específico: líderes técnicos que já dominam a parte técnica e precisam ler o lado humano da própria equipe.

01 · Trajetória

A trajetória tem três fases: RH de corporação como HRBP, o contato com times de software e a mentoria 1:1.

  1. Fase 01

    RH de corporação, na função de HRBP

    Atuo com recursos humanos há mais de 20 anos, com passagens por Itaú Unibanco, Unilever e TOTVS como HRBP — o parceiro de RH responsável por uma área específica. É a função que senta com o gestor do negócio e acompanha decisões, rituais e pessoas daquela área, e não o processo central de RH.

  2. Fase 02

    O público que virou foco

    Em TOTVS, empresa brasileira de software, quem procura o RH com frequência é técnico: tech lead, gestor de engenharia, arquiteto. Essa pessoa traz o problema no vocabulário dela — sprint, code review, plantão, merge — e quase sempre o que está travando não é técnico: é sobrecarga que ninguém nomeia, decisão sem dono, acordo que nunca foi dito em voz alta.

  3. Fase 03

    Mentoria como ofício

    Transformei essa leitura em método: observação estruturada, hipótese, devolutiva e um plano que o líder executa. Hoje trabalho apenas com isso, na Essência Recursos Humanos, com o programa Código Humano.

02 · O que dá para conferir

Três dados verificáveis desta trajetória.

20+

anos de RH estratégico

3

setores percorridos: banco, indústria de consumo e software

HRBP

a função de onde venho: parceira de RH de uma área específica

Onde não tenho número, não uso: não publico taxa de renovação nem contagem de mentorados porque não tenho isso medido. O que sustenta este trabalho é a trajetória acima e o método descrito em metodologia.

03 · Princípios

Quatro regras que valem em toda conversa.

1

Sem jargão de RH

Você não vai ouvir “alinhamento de mentalidade”. Vai ouvir papéis, dependências, rituais e decisão — as palavras que descrevem a sua equipe.

2

Hipótese antes de opinião

Trabalho com leitura verificável: o que observei, qual hipótese isso sustenta e como testar isso no seu time na próxima semana.

3

O líder decide, eu leio

Não decido no seu lugar nem ocupo o seu espaço. Devolvo a leitura com o custo de cada caminho para que a decisão seja sua, informada.

4

Método que fica

Ao fim do ciclo, o processo está documentado e você conduz sozinho. Se a mentoria criar dependência, ela falhou.

04 · Limites

O que este trabalho não é.

Esta mentoria não é coaching motivacional, não é mediação de conflitos e não é gestão interina. Dizer isso evita o erro mais comum: contratar mentoria esperando outra coisa.

  • Não é coaching motivacional

    Não há painel de metas, mantra ou incentivo. Existe diagnóstico, prioridade e execução.

  • Não é mediação de conflitos

    Não entro na sua equipe para resolver briga entre duas pessoas. Trabalho com você para que a equipe deixe de produzir o conflito.

  • Não é gestão interina

    Não assumo a sua cadeira, não escrevo o seu roadmap e não aprovo as suas contratações. O lugar de decisão continua ocupado.

05 · Contato

Se a forma de trabalhar faz sentido, conversemos.

A conversa diagnóstica é uma leitura do seu quadro atual, feita com você — não uma apresentação de vendas.